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Secretário de Cultura, Albino Rubim, a coordenadora do CCPI, Arany Santana e o governador, Jaques wagner - Crédito: Manu Dias

O órgão da Secult atende à diversidade cultural baiana como extensão e solidificação do trabalho com as manifestações populares e de identidade

Com a reforma administrativa realizada pelo Governador Jaques Wagner através da Lei nº. 12.212/2011 foi criado pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – Secult-Ba o Centro de Culturas Populares e Identitárias – CCPI. A iniciativa atende a uma necessidade de prezar pelas diversas manifestações populares que fortalecem a identidade do nosso estado. O nascimento do Centro vem do alinhamento do Governo do Estado com o pensamento contemporâneo da Unesco e do Ministério da Cultura de promoção de políticas públicas voltadas para as culturas populares e identitárias. Essa ideia se revela na Bahia desde 2007, quando na II Conferência Estadual de Cultura, onde se encontravam 26 territórios culturais, 76% dos presentes indicaram a cultura popular como prioridade.

Atendendo a uma necessidade de criar uma organização que preze pelos valores culturais, transcendendo a dimensão simbólica, o Centro de Culturas Populares e Identitárias é o braço da Secult na execução da proteção, promoção e criação de políticas de valorização e fortalecimento das manifestações populares e de identidade. “A criação do Centro de Culturas Populares e Identitárias é a prova do reconhecimento do Governo da Bahia quanto à riqueza cultural do nosso estado”, declara a Coordenadora Geral do Centro, Arany Santana. O trabalho realizado é uma continuidade e uma extensão do Núcleo de Culturas Populares e Identitáras, que funcionou entre 2008 e 2010 na Secretaria de Cultura.

Dentre as manifestações abordadas, se encontram as culturas étnico-raciais como as de matrizes africanas, indígenas e ciganas, a cultura sertaneja, por tanto tempo renegada pelo povo baiano que não reconhece nos costumes rurais uma importante parte da sua origem, e as culturas de gênero, de orientação sexual e de grupos etários. Tais segmentos historicamente, apesar de sua relevância para a Bahia, nunca foram objeto de uma política pública articulada e consistente.

Além de fomentar, preservar, promover e fortalecer as manifestações culturais, o Centro irá também cuidar das festas e celebrações populares, que na Bahia chegam a ter um alcance que impacta a economia e o turismo do estado. O órgão irá ainda estudar e pesquisar essas culturas, através de relações produtivas e articulações com os respectivos meios acadêmicos estadual e federal. A cultura popular enquanto atividade de ordem econômica (como gastronomia e artesanato) e enquanto produtora de símbolos que se materializam em expressões dos saberes e dos conhecimentos também será observada pelo Centro.

Dinamização do Centro Histórico

A partir das competências e funções do Centro de Culturas Populares e Identitárias, foi incorporado a ele o papel de dinamização e gestão cultural de espaços públicos estaduais do Centro Histórico de Salvador. Dessa forma, o Programa Pelourinho Cultural, que leva diversidade cultural de forma acessível ou gratuita a espaços culturais do Pelourinho, deixa a estrutura do IPAC e passa a pertencer ao novo órgão da Secult. “Vamos promover o reordenamento na utilização dos espaços, assegurando não somente a diversidade das linguagens bem como a ampliação do calendário existente em consonância com as diretrizes da Secult”, enfatiza Arany Santana.

Coordenação das ações

O CCPI será gerido por Arany Santana, pedagoga especialista em Língua e Cultura Kikóongo e em História da África. Fundadora do Movimento Negro Unificado e diretora do Ilê Ayiê, em 2004 Arany tornou-se a primeira secretária Municipal de Reparação e, em 2010, esteve à frente da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza do Estado da Bahia. Com formação também em artes cênicas, participou de filmes como Capitães de Areia, de Cecília Amado, Pau Brasil, de Fernando Belens, Jardim das Folhas Sagradas, de Pola Ribeiro, A Guerra de Canudos, de Sérgio Rezende e A Idade da Terra, de Glauber Rocha.

Histórico

Com o reestabelecimento da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia após a eleição do Governador Jaques Wagner, através da Lei nº. 10.549/2006, veio uma mudança significativa na forma de conceber e gerir a cultura no estado.  Logo no início da gestão a Secult-BA criou uma Assessoria para Culturas Populares, que buscava estabelecer um processo de diálogo continuado com esses segmentos culturais.

Ao entender a dimensão que a cultura popular tem no estado da Bahia e após perceber a necessidade de promover políticas públicas tais manifestações, a Secult-BA transforma, em 2008, a Assessoria em Núcleo de Culturas Populares e Identitárias, que buscou um perfil mais executivo em reação a às demandas do segmento. Durante os três anos em que atuou, o núcleo apoiou e fomentou a produção cultural dos mais variados grupos, comunidades e associações , além de apoiar festas populares, cívicas e religiosas e promover encontros e intercâmbio culturais entre as culturas populares e identitárias.

Em 04 de maio de 2011, o Núcleo passa a ser Centro de Culturas Populares e Identitárias através da reforma administrativa do governo estadual. A mudança busca a proteção e promoção, pelo Estado, das manifestações populares e identitárias através de uma unidade que se torne referência para os segmentos. Com a criação do Centro de Culturas Populares e Identitárias, o Governo da Bahia entra em sintonia com as contemporâneas políticas da Unesco e do Ministério da Cultura para estas áreas.

 

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